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Conheça as 5 principais maneiras de proteger seu conteúdo de streaming

Em meio a grande demanda por streaming para diferentes finalidades, a segurança do conteúdo produzido torna-se cada vez mais importante

Neste texto iremos explicar quais são as 5 principais maneiras de proteger o seu conteúdo on-line quando os seus projetos estiverem na nuvem.

1. Restrição de acesso: as plataformas OVP (Online Video Platform), como a Mediastream, geralmente permitem que você crie regras de acesso ao seu conteúdo para cada “solicitação” feita. Essas plataformas analisam cada pedido e, de acordo com as regras estabelecidas, mostram ou não o conteúdo. Estes são basicamente alguns filtros de regras definidas: Geo Block (filtro de país), IP's, Dispositivos, HTTP Referer ou Domínios, pode ser gerado  whitelist ou blacklist.

2. Token: este sistema de segurança permite que seja gerada uma chave temporária, onde é criado acesso configurável, seja por: hora, dispositivo, IPs e etc, de forma que apenas aqueles usuários escolhidos podem acessar os vídeos. Outro exemplo é cobrar pelo conteúdo ou evento, ao vivo ou VOD, por 48 horas. Desta forma o seu sistema define quem poderá ver o conteúdo, se a solicitação não contiver um token ele não será reproduzido.

3. DRM (gerenciamento de direitos digitais): até agora protegemos o link do streaming, mas não o conteúdo em si. Para isso, existe a criptografia e o DRM é um padrão para que os proprietários possam utilizar um sistema onde o conteúdo é criptografado com chaves de acesso exclusivas para os usuários e pode ser visto em ambiente seguro e controlado.

É assim que funcionam plataformas como Netflix e Amazon Prime Video, onde todo o conteúdo possui segurança DRM. Implementá-lo tem grau de dificuldade e custo, pois primeiro deve-se fazer uma estratégia Multi DRM que permita que muitos dispositivos vejam os vídeos. Esse sistema é um processo de ponta a ponta, portanto, o conteúdo é criptografado do armazenamento para o usuário.

4. Criptografia: com o sistema DRM, é possível criptografar a um custo baixo com AES 128, desta forma você protege o conteúdo usando uma chave geral que deve ser pública. A diferença de ser criptografado é que, por exemplo, se o vídeo for baixado, um usuário não poderá vê-lo se não possuir a chave para descriptografar. Geralmente é usado para contribuição de streaming ao vivo.

5. Marca d'água: como o próprio nome diz, literalmente é colocar uma marca d'água no conteúdo, pode ser visível ou não pelo usuário, mas o importante é que permite gerar rastreabilidade pois se esse conteúdo for distribuído é importante  saber de onde vem a cópia. Por exemplo, vamos pensar que devemos dar acesso a um vídeo muito importante e que ele não pode ser filtrado, se alguém o fizer, sabemos sua origem. 

Estas 5 formas nos permite ter clareza sobre as possibilidades de segurança. É importante conhecê-las e aplicá-las em combinação ao seu projeto. Se você quiser saber mais entre em contato conosco.

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Mediastream
A Mediastream foi fundada em 2007 com a paixão de transmitir áudio e vídeo através da internet e graças à experiência adquirida nesse período, a empresa expandiu para a América Latina e Estados Unidos.

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